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Primeira e Única Gummy em Probiótico

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Vida & Saúde
Saúde feminina · Bem-estar · Microbiota

Mau hálito persistente pode não começar na boca: a descoberta sobre o intestino que está mudando a forma como especialistas avaliam o caso

Bactérias produtoras de gás no intestino podem liberar compostos voláteis que chegam aos pulmões pela corrente sanguínea — e pesquisadores discutem o papel de probióticos específicos no reequilíbrio dessa rota.

Mulher de 38 anos sentada em poltrona com xícara de chá, expressão pensativa, em ambiente residencial com luz natural
Especialistas em nutrição funcional apontam que o eixo intestino-respiração explica casos de hálito persistente mesmo com higiene bucal em dia. Foto: Vida & Saúde.

Pesquisas recentes em microbiota humana têm reposicionado uma questão que, por décadas, foi tratada exclusivamente no consultório odontológico. O mau hálito persistente — aquele que resiste à escovação correta, ao uso de fio, de enxaguante e até à raspagem da língua — pode ter origem fora da boca. Mais especificamente, no intestino.

A hipótese, conhecida na literatura como eixo intestino-pulmão, vem ganhando espaço entre nutricionistas funcionais e gastroenterologistas brasileiros, e ajuda a explicar um padrão clínico que muitas mulheres relatam: a higiene oral está impecável, o dentista atesta que não há cárie nem doença periodontal, e ainda assim a respiração continua alterada.

O caso da Patrícia

Patrícia, 38 anos, professora de história em uma escola da zona oeste de São Paulo, descreve o problema como algo que aprendeu a contornar com pequenos hábitos. Pastilhas no bolso da bolsa, copo de água sempre por perto, o costume de virar discretamente o rosto antes de cumprimentar alguém de muito perto.

Foi a filha adolescente quem, sem maldade, ofereceu a observação que a fez procurar ajuda. "Ela disse que meu hálito de manhã estava diferente, e que isso não tinha relação com escovação", conta. Patrícia já havia tentado quase tudo. Pasta antibacteriana de uso prolongado, enxaguante sem álcool, fio dental diário, raspador de língua de aço inox, consulta semestral com o dentista. Em todos os retornos, o diagnóstico era o mesmo: gengiva saudável, sem cárie, sem placa significativa. Tecnicamente, a boca estava bem.

O que ela não sabia, à época, é que o problema poderia não estar onde estava procurando. A virada veio por acaso, num podcast sobre saúde feminina que escutou no caminho do trabalho. A nutricionista entrevistada mencionava algo chamado eixo intestino-respiração — uma expressão que Patrícia nunca tinha ouvido antes.

A descoberta que muda o paradigma

A nutricionista funcional Beatriz Almeida, especializada em microbiota intestinal feminina, explica que esse circuito não é novidade na ciência, mas levou tempo para sair dos artigos acadêmicos e chegar à prática clínica acessível.

"O intestino abriga trilhões de microrganismos. Quando há um desequilíbrio entre as cepas — o que chamamos de disbiose —, algumas bactérias passam a fermentar carboidratos de forma desordenada e produzem gases voláteis, entre eles compostos sulfurados. Parte desses compostos é absorvida pela corrente sanguínea e percorre o organismo até ser eliminada pelos pulmões, durante a expiração." — Dra. Beatriz Almeida, nutricionista funcional

Em outras palavras: o que muitos chamam de "mau hálito" pode, em determinados casos, ser o resultado de algo que se passa metros abaixo da boca. Não há cárie. Não há resto de alimento. Não há periodontite. Existe um processo bioquímico acontecendo no intestino, e parte desse processo termina sendo exalada.

Esse é o ponto que escapa quando se trata o problema apenas com produtos de higiene oral. Pasta de dente atua na superfície dos dentes. Enxaguante atua na cavidade bucal. Raspador de língua remove a saburra. Nenhum deles, por definição, modifica o ambiente intestinal. Se a origem do composto exalado está no intestino, o circuito segue ativo — independentemente de quantas vezes a pessoa escove os dentes ao longo do dia.

A Dra. Beatriz reforça que não se trata de descartar a higiene oral, que continua essencial. Trata-se de reconhecer que, em parte dos casos persistentes, há uma segunda frente que precisa ser observada.

  1. 01

    Intestino

    Bactérias da microbiota produzem gases sulfurados.

  2. 02

    Corrente sanguínea

    Os compostos viajam até os pulmões pelo sangue.

  3. 03

    Pulmões

    A troca gasosa libera os compostos dissolvidos.

  4. 04

    Respiração

    Os gases são exalados a cada expiração.

Como o eixo intestino-respiração funciona. Os gases produzidos pela microbiota desequilibrada atravessam a barreira intestinal, entram na circulação sanguínea e são eliminados na expiração pulmonar. Ilustração: Vida & Saúde

As três etapas do reequilíbrio

A abordagem que vem sendo discutida por especialistas como a Dra. Beatriz para esse tipo de quadro funciona em três etapas combinadas. Cada uma age sobre um ponto diferente do circuito, e é a soma das três que faz diferença, segundo a literatura sobre o tema.

Primeira etapa — ocupar. Repor cepas específicas de bactérias benéficas para que elas voltem a ocupar o espaço das produtoras de gás. Aqui, três cepas do gênero Bifidobacterium aparecem com frequência nas pesquisas. A B. longum BB536, isolada no Japão e com mais de 500 estudos publicados, é uma das mais investigadas em populações humanas. A B. infantis M-63 é uma das primeiras a colonizar o intestino humano ainda nos primeiros meses de vida e tende a estar presente, em níveis variáveis, em mulheres adultas. A B. breve M16V é apontada na literatura por sua estabilidade durante o trânsito intestinal. As três foram selecionadas, em diferentes formulações comerciais, pela capacidade de chegar viáveis ao intestino e pela tolerância a contextos em que outras cepas não sobreviveriam.

Segunda etapa — quebrar. Reduzir a quantidade de carboidratos complexos disponíveis para fermentação desordenada. A enzima alfa-glucosidase, obtida a partir do fungo Aspergillus niger, atua quebrando esses carboidratos antes que cheguem inteiros ao cólon. Quanto menos substrato disponível para as bactérias fermentadoras, menor a produção de gases voláteis. É um mecanismo de subtração: tira-se a matéria-prima do processo que se quer atenuar.

Terceira etapa — bloquear. Aqui entram as proantocianidinas do cranberry. Estudadas originalmente pela ação sobre o trato urinário, essas moléculas têm uma propriedade interessante para o contexto intestinal: dificultam a aderência de certas bactérias às paredes da mucosa. Sem aderência, há menos colonização. Sem colonização, há menos produção crônica de gases.

Para sustentar essa reorganização, prebióticos como inulina e dextrina resistente de milho funcionam como alimento seletivo das cepas benéficas. São fibras que o organismo humano não digere, mas que as bactérias do gênero Bifidobacterium consomem com eficiência. É o que mantém a nova população instalada.

A transformação da Patrícia em 30 dias

Patrícia começou um protocolo orientado por sua nutricionista, com base nesses três pilares, em meados de novembro do ano passado. O que ela conta, em entrevista, segue uma linha do tempo parecida com a que a Dra. Beatriz descreve para quadros semelhantes.

Na primeira semana, a mudança que percebeu foi outra: digestão mais leve, menos sensação de inchaço depois do almoço, redução visível de gases ao longo do dia. "Não era esse o foco, mas foi o primeiro sinal de que alguma coisa estava se mexendo."

Por volta do décimo quarto dia, a língua começou a apresentar aspecto menos saburroso pela manhã. O hálito ao acordar — aquele que, para muitas pessoas, é o mais incômodo — começou a mudar de característica. Não desapareceu de uma vez. Foi se atenuando.

Aos 30 dias, a percepção tanto dela quanto das pessoas próximas era de que o problema persistente havia recuado significativamente. Patrícia descreve aquele momento como o primeiro em anos em que parou de carregar pastilhas na bolsa por reflexo. "Eu nem percebi que tinha esquecido em casa, num dia. Aí entendi que algo de fato tinha mudado."

O suplemento que tem chamado atenção

Entre as formulações disponíveis no mercado brasileiro que reúnem esses três mecanismos numa só composição, o Imunofem Gummy, da Maxfem, tem aparecido com frequência nas conversas entre nutricionistas funcionais que acompanham saúde feminina.

Imunofem Gummy — suplemento nº 1 no apoio à saúde íntima feminina, 0% açúcar
Imunofem Gummy reúne trio probiótico (40 bilhões UFC), enzima digestiva, cranberry e prebióticos em uma única gominha sem açúcar. Foto: divulgação Maxfem.

A composição, declarada em rótulo, combina exatamente o trio mencionado pelas pesquisas: 40 bilhões de UFC distribuídos entre B. longum BB536, B. infantis M-63 e B. breve M16V, somados a 400 GALU de alfa-glucosidase, 100 mg de extrato de cranberry, 500 mg de inulina e 500 mg de dextrina resistente de milho. O formato é uma gominha com sabor frutas vermelhas, sem açúcar adicionado, pensada para mulheres que têm dificuldade com cápsulas grandes ou esquecem comprimidos no dia a dia.

A posologia indicada pelo fabricante é de duas gominhas por dia, após uma refeição. Cada frasco traz 60 unidades, o que corresponde a 30 dias de uso contínuo.

É importante registrar que o produto é um suplemento alimentar e, por definição regulatória, não substitui orientação médica ou nutricional individualizada. Não se trata de medicamento. A proposta é apoiar o equilíbrio da microbiota — e, por consequência, todo o circuito que dela depende, incluindo o eixo intestino-respiração descrito pelos especialistas.

Onde encontrar e como funciona a oferta

O Imunofem Gummy é comercializado diretamente pela Maxfem, no site oficial da marca, com três modalidades de compra. Todas as compras vêm acompanhadas de garantia incondicional de 30 dias. Pagamentos via Pix recebem 5% de desconto adicional, e o envio é realizado em até 24 horas úteis.

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Os valores podem ser confirmados no checkout oficial da Maxfem.

Dúvidas frequentes sobre o uso

Reunimos abaixo as perguntas que mais aparecem entre leitoras e pacientes em consulta sobre probióticos voltados ao eixo intestino-respiração.

Quanto tempo leva para notar diferença?

Os primeiros sinais — digestão mais leve, redução de gases, língua menos saburrosa — costumam aparecer entre o sétimo e o décimo quarto dia de uso contínuo. A mudança consistente no hálito tende a se firmar por volta dos 30 dias. A reorganização sustentável da microbiota se completa entre 60 e 90 dias, segundo a literatura sobre o tema. Por isso, os planos de 3 e 5 meses são os mais escolhidos por quem busca resultado estável.

Como tomar — quantas gominhas, em que horário?

A posologia indicada é de duas gominhas por dia, após uma refeição. A presença de comida ajuda a proteger as cepas probióticas durante o trajeto gástrico, aumentando a chance de chegarem viáveis ao intestino. Não há horário rígido. Cada frasco traz 60 gominhas, o que corresponde a 30 dias de uso contínuo. Mastigar — e não engolir inteira — também é recomendado.

Posso usar durante ou após antibiótico?

As três cepas de Bifidobacterium presentes na formulação foram selecionadas, em estudos prévios, pela tolerância a contextos em que outras cepas não sobreviveriam. Isso permite que o uso aconteça em paralelo a tratamentos antibióticos ou logo após. Em caso de medicação contínua, o ideal é conversar com seu médico ou nutricionista antes de começar.

Tem açúcar ou adoçante artificial?

Não. A formulação é declarada como 0% açúcar em rótulo. A escolha não é apenas estética: açúcares simples alimentam justamente as bactérias produtoras de gás que se busca atenuar. O sabor frutas vermelhas vem de adoçantes permitidos para uso alimentar, conforme regulação da Anvisa.

É necessário tomar todos os dias?

Sim. Probióticos atuam por colonização — e colonização exige continuidade. Pausas longas tendem a permitir que as cepas anteriores voltem a ocupar espaço. A maioria dos protocolos clínicos sugere uso diário pelo menos por 90 dias, com manutenção opcional depois.

Funciona para quem tem refluxo ou intestino preso?

O refluxo e a constipação crônica costumam estar associados a desequilíbrios da microbiota — então reequilibrar a flora pode contribuir para o conforto digestivo nesses quadros. Importante: condições clínicas estabelecidas precisam de avaliação médica. O suplemento atua como apoio, não substitui tratamento.

Pode ser combinado com outros suplementos?

Sim. As cepas presentes na fórmula não competem com vitaminas, minerais, colágeno ou outros probióticos comumente usados. Se você faz uso contínuo de medicamentos prescritos, vale combinar antes com seu profissional de saúde.

Substitui a higiene bucal?

Não — e nem deveria. Escovação, fio dental e raspagem da língua continuam essenciais para a saúde da boca. O Imunofem Gummy atua sobre uma parte do circuito que a higiene oral, por definição, não alcança: a origem intestinal de compostos voláteis que sobem até a respiração.

Quem não deve usar?

Não é recomendado para gestantes, lactantes, menores de 18 anos ou pessoas com hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula. Quem faz uso contínuo de medicamentos ou tem condição clínica preexistente deve consultar um profissional habilitado antes de iniciar a suplementação.

Ver opções e onde encontrar Garantia incondicional de 30 dias · Frete grátis acima de R$ 199

O Imunofem Gummy é um suplemento alimentar — não é medicamento e não substitui orientação médica individualizada. Esta matéria tem caráter informativo.

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